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Ubiratã tem 358 casos de dengue notificados e 46 confirmados


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A secretaria da Saúde de Ubiratã confirmou essa semana que nesses primeiros 100 dias do ano de 2016, 358 casos de dengue foram notificados no município. Já os confirmados são 46. Ubiratã registra também 44 casos autóctones, quando a doença é originária do próprio município, diferente do caso importado, quando a pessoa é contaminada em outra cidade. Existem ainda outros casos suspeitos que estão em análise. De acordo com o setor de Endemias, em média são 15 novas notificações diárias. “Esses números aumentam todos os dias, porém os resultados positivos estão demorando cerca de 1 mês, devido á grande demanda no laboratório do estado”, informou Selma Souza, responsável pelos agentes de Endemias.

 

O relatório apresentado pela Secretária de Saúde aponta ainda, que a maior incidência dos casos de dengue em Ubiratã estão localizados na região da Vila Recife (JK, Jardim Petrica, Boa Vista, São Vicente e Vila Recife), com 17 casos confirmados. Já na região denominada Centro I, que compreende os bairros (Panorama, Lago, Novo Ubiratã e Centro) são 11 casos, bem como na região Centro (proximidades do Bosque, Centro, Alzira Rezende, Porto Seguro 3), com 11 casos também. Na região João Joaquim (Josefina I e II, Parque das Flores, São Joaquim e proximidades da Rodoviária) são 4 casos confirmados. Na região do Jardim São Paulo, Vila Esperança e Porto Seguro II são 2 casos e na zona Rural 1 caso confirmado.

 

Se não bastasse a gravidade da dengue existe ainda uma preocupação com o risco de contaminação da Febre Chikungunya e Zika Vírus, também transmitidas pelo mosquito Aedes Aegypti. Por isso é importante que as pessoas cuidem de seus quintais e que também olhem ao redor e caso encontrem possíveis criadouros do mosquito entrem em contato com a Secretaria de Saúde através do fone 3543-4141 e façam a denúncia.

 

Equipe da Vigilância Sanitária, com apoio do Bombeiros Comunitários e agentes da Defesa Civil estão trabalhando em parceria realizando vistorias em locais de difíceis acessos e em casas abandonados para evitar a procriação do mosquito transmissor das doenças. 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social

Data de Publicação: 18/04/2016

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