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Coronavírus: vendas na internet e delivery de roupas são opções; "condicional deve ser evitado


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O foco, neste momento, é não ter circulação de pessoas na rua, a fim de evitar a disseminação do COVID-19 e consequentemente que as pessoas precisem de assistência médica, principalmente hospitalar, pois ainda não temos leitos de UTI disponíveis para atender um aumento súbito da demanda.

 

Os vírus se replicam no organismo do ser humano e estão presentes antes mesmo da manifestação de sintomas, como a febre e a dor, assim como estão presentes na árvore pulmonar do paciente antes do início da tosse ou do espirro, de forma que a pessoa ainda não apresenta sintomas, mas já transmite o vírus.

 

Por enquanto, a orientação é que o comércio não atenda o público presencialmente, no entanto, independente do comércio estar aberto ou não, as orientações de isolamento social vão continuar, principalmente para idosos, imunossuprimidos independente da idade, portadores de doenças crônicas, crianças e gestantes.

 

Estudos realizados pela OMS apontam que o vírus pode persistir nas superfícies por horas ou até mesmo dias.  Isto pode variar e depende das condições do local, do clima e da umidade do ambiente.

 

Assim, a doença pode se espalhar de pessoa para pessoa, através de pequenas gotículas do nariz ou da boca, que se espalha quando a pessoa infectada tosse, espirra ou exala. Essas gotículas pousam em objetos e superfícies que são tocadas por outras pessoas, que levam as mãos nos olhos, nariz ou boca.

 

Uma prática comum, que também propicia a transmissão do vírus no setor de vestuário, é o “condicional” de roupas, onde o estabelecimento comercial, normalmente através de um funcionário, leva até a casa do cliente roupas a serem experimentadas, e o cliente escolhe a que o satisfaz e devolve o que não lhe agrada.

 

Dessa forma, ao receber um “condicional” de roupas, mesmo não apresentando sintomas, mas sendo portadora do coronavírus, ao manipular ou experimentar essa roupa e expelir gotículas de saliva, através de tosse, espirro ou da própria fala próximo ao tecido, vai contaminá-lo.

 

Ao retornar para a loja, esse tecido irá contaminar as pessoas que o manipularem, funcionários ou o proprietário da loja, bem com outras pessoas que venham a experimentar essas roupas em um próximo condicional.

 

Por esse motivo, e no intuito de minimizar a propagação do coronavírus, a prática de “condicional” de roupas, calçados ou similares não é recomendada nesse momento.

 

Uma opção é a venda através de lojas virtuais ou redes sociais. O SEBRAE dá algumas dicas:

 

- Para vender, não importa qual seja o negócio, é preciso satisfazer o cliente e na internet, a lógica é a mesma;

 

- A descrição dos produtos é muito importante para encorajar os consumidores a comprarem no seu e-commerce;

 

- Quando um artigo tem uma descrição detalhada, os clientes sentem muito mais confiança em realizar a compra (escreva de que material é feito, as medidas), além de usar fotografias de boa qualidade;

 

- Uma boa opção para facilitar a navegação é dividir os produtos em seções como “acessórios”, “vestidos”, “blusas”, “calças”, “roupas íntimas” e “calçados”;

 

- Pode-se optar também por colocar um vídeo ao lado da descrição do produto, que colabora na ilustração do artigo que você vende;

 

- Mais um item que torna a descrição dos produtos completa é o uso de tabelas com demonstrativos de tamanhos e medidas.

 

- Entrega delivery (pós venda): higienizar a caixa que acondiciona as mercadorias a cada nova entrega com álcool 70%, ou com água e sabão neutro. O entregador deve ter consigo álcool 70%, higienizando as mãos a cada entrega.

 

Atenção. Use Máscara sempre que sair de casa.

 

Fonte: Assessoria de Comunicação Social - Prefeitura de Ubiratã

Data de Publicação: 09/04/2020

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